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Fobia: Uma doença que causa medo, mas pode ser tratada

As Fobias podem estar associadas a uma vasta gama de situações. Ela é um transtorno emocional, psicologicamente estudado dentro dos transtornos neuróticos, que se caracteriza pelo deslocamento da ansiedade e angustia em direção a instintos fóbicos que podem ser de pessoas, lugares, coisas e até sentimentos. Isto inclui objetos, alturas, lugares escuros, lugares fechados, animais e até gente.

Podemos pontuar esses transtornos em: Transtornos Fóbico-ansiosos; Fobias sociais e Fobias específicas.  Nos transtornos Fóbico-ansiosos, a ansiedade fóbica é subjetiva, cognitiva e de forma comportamental indistinguível de outros tipos de ansiedade e pode variar em gravidade, desde leve desconforto até o estado de terror.

As Fobias sociais podem ser restritas ao ato de comer e falar em público ou encontrar-se com o sexo oposto. Esse tipo de fobia está usualmente associado à baixa autoestima e ao medo de crítica; As Fobias específicas, segundo alguns especialistas, é o tipo de patologia onde a maioria dos indivíduos se encaixa. As mais recorrentes são: medo de altura, de dirigir, de elevador, de avião e de bichos, especialmente insetos. Elas também são mais fáceis de tratar, por serem simples de identificar. Em geral esses tipos de fobia surgem na infância ou cedo na vida adulta e podem persistir por décadas se permanecerem sem tratamento.

Tratamentos

O tratamento mais indicado e eficaz para essas patologias é a Terapia Cognitiva Comportamental, pois a fobia é um medo aprendido e, portanto, a melhor maneira de controla-lo é fazer com que o indivíduo “desaprenda” a sentir medo.

Esta técnica trabalha a cognição e o comportamento do sujeito. Na área da cognição (pensamento) o psicoterapeuta tenta condicionar o paciente por meio de argumentos lógicos, trabalhando sempre seus pensamentos automáticos, onde através desse manejo, ele procura modificar as crenças distorcidas que o indivíduo possui.

Estudos sobre a memória do ser humano confirmam que elas podem ser distorcidas e tais distorções podem influenciar seu comportamento. Logo, trabalhar os vícios sistemáticos é o ponto de partida para uma mudança de comportamento, além de expor, gradativamente, o sujeito fóbico ao objeto do seu medo.

Portanto, como o medo é formado por uma cadeia de informações distorcidas, cada uma delas tem de ser desmontada. No caso do fóbico de avião, por exemplo, o primeiro passo é o convencimento racional de que o medo é infundado, por meio de uso de estatísticas que mostram a segurança do transporte aéreo. O paciente também é estimulado a informar-se de como funciona uma aeronave e o trabalho de manutenção feito pelas companhias.

Entre outros tipos de medo patológico encontrado no comportamento dos indivíduos, podemos citar o distúrbio de ansiedade generalizada, onde a ansiedade se torna patológica quando as preocupações, as aflições e os medos limitam as atividades diárias do indivíduo; a Síndrome do Pânico, cuja característica é a presença de ataques súbitos de terror, que colocam o paciente em estado permanente de alerta e o estresse pós-traumático, que ocorre quando uma pessoa vivencia ou testemunha um evento traumático como sequestro, guerra ou grande desastre.

Nestes casos também, o tratamento mais indicado é a Terapia Cognitiva Comportamental. Exceto, os indivíduos com Síndrome do Pânico. Para estes, além da terapia, também é indicado o uso de antidepressivos. Em todos esses casos de fobia, esse tipo de tratamento apresenta 70% de eficácia.

Apesar de todos os avanços nas técnicas de tratamento das fobias, não se pode esquecer outro remédio: não ter medo de assumir seus medos nem de falar abertamente sobre eles. É o passo inicial em direção ao controle.

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